Archive for the 'Radicalizar' Category

Por qué non te callas? ou Vai Passar

Lula continua cometendo gafes, descortesias, proporcionando um show de asneiras terceiro-mundistas (como a história dos banqueiros de olhos azuis – (ao invés de calar-se – rs) porque ele, Lula, é povão, vem do povo, no que ele tem de pior, pior sentido. Esse mesmo povo retrógrado que elegeu essa opção de esquerdinha barata, tola, ultrapassada, parceirinhos do Chavez, propagandistas das Farc, do MST, de tudo o que é ilegal, o que é combatido no resto do mundo, PUM, PUNZINHO do mr-8… Essa gente que aparelhou o estado de uma forma quase stanilista…

Putz… Falta pouco para a festança de despedida… SIM!  Vai passar

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Essas coisas

A conversa de ontem no grupo de discussão on line do Yahoo foi sobre a fragilidade, incoerência e um excesso de tolice dos blogs (poucos, graças a Deus) que se arvoram denuncistas, patrulhetas de uma esquerda que morreu e esqueceu de deitar…

Essa discussão vinha rolando há alguns dias, mas ontem (salve!), optamos por parar, por mudar de assunto. A conversa tomou rumo inverso: “A Elegância do Ouriço” de Muriel Barbary. A capacidade de ser singelo é muito mais árdua que a de ser agressivo, concluímos.

O arcebispo está mais do que certo!

“Ora, ora, minha senhora! Faça-me o favor!” As pessoas fazem, fazem e quando chega a conta reclamam com olhares e frases angelicais sobre o que acontece que é reflexo de suas próprias ações.

A QUESTÃO do momento são as invasões do MST. Mas de onde vem esse MST? Do povo! Até muito pouco tempo atrás era chic ser um partidário do MST “em favor dos desfavorecidos”. Claro que o tal Stédile é um bandido de boa cepa e o José Rainha (seu braço direito) idem. A classe média vai e apóia esses bandoleiros e seus seguidores (lembrem-se de quantas vezes o Lula apareceu com boné do MST, de quanta propagando da turba ele fez antes de ser eleito). O que ocorre agora? Invasões generalizadas, assassinatos, desvios de enormes somas de dinheiro do governo (dinheiro meu e seu) para o MST. E o que se faz? Nada! Cadê o Exército??

O ARCEBISPO DOM JOSÉ RIBEIRO SOBRINHO está absolutamente certo de excomungar médicos, enfermeiros, maqueiros, a família da garota de 9 anos que, estuprada pelo padastro, engravidou de gêmeos e que fez aborto. Ora, pra quê tanto “espanto”, tanta “revolta” em relação à decisão do Arcebispo?? A igreja católica é mais uma seita que existe por aí. Enorme e milenar, é verdade, mas ainda assim, uma seita. O Brasil é o maior país católico do mundo! O povo… covardemente, apenas para dividir as agruras da vida com alguém, acredita em deus e sequer pensa na lógica filosófica do existencialismo e do ateísmo ( que são os únicos preceitos lógicos). Então, ao juntar-se a uma seita é preciso aceitar suas leis. O tal pastor que andou chutando a imagem de uma santa católica errou muito menos do que se diz, na medida em que, para sua seita, aquela imagem não representava nada. O arcebispo excomungou quem fez aborto porque ABORTO É CONTRA A LEI DA IGREJA! Então o que esse camarada fez? Aplicou a lei da sua igreja (que é mais do que conhecida por todos). E aí vira festa: todo mundo esculhamba, todo mundo entra se em crise, se choca, etc. Mas essas mesmas pessoas (de percepção cognitiva claudicante) sabem muito bem que a pedofilia é prática comum entre padres bem como homossexualismo, taras, etc etc etc. Alguém reconhece que esses homens não podem representar deus? Alguém aceita minimamente discutir sobre a viabilidade desse deus? Não! Então… não reclamem. O Arcebispo está certo!

As Culturas… e a falta de cultura

Porque esse texto aí embaixo, não é tudo, é o início de uma miscelânea contintinental, uma confusão atávica provocada pelos primeiros colonizadores. Vejam que até o Artur da Távola (Paulo Alberto) quando foi Secretário de Cultura mudou o nome da pasta para Secretaria das Culturas. Essa discussão já rolou várias vezes aqui. Fica essa coisinha tola, de intelectualzinho (adorava o Paulo Alberto, mas preciso discordar, coisa que fiz pessoalmente) querendo rever tudo como se cada coisa fosse uma cultura. Jongo é uma cultura, ópera é outra cultura, maxixe, outra e por aí vai. Isso é mais ou menos perdoar é tentar abafar a falta de cultura de cada um, de cada coisa. Claro que antes fui ao Houaiss ver se estou falando besteira e, segundo o Filólogo, sim, tá errado, sou uma besta. Não me interessa. Me interessa um raciocínio lógico e não ficar apaniguando a estupidez da raça. Portanto, é uma briga somente minha, aquelas coisas quixotescas que, eventualmente acontecem.

Então temos a cultura oriental, a cultura ocidental e dentro, temos ainda: a cultura do Brasil, a cultura da Venezuela, a cultura da África e dentro da África temos a cultura de Angola e assim por diante.

A literatura clássica, por exemplo fica perdida nessa pataquada porque ali (seguindo o raciocínio) não é uma cultura, mas cultura do país de cada escritor…

ler Dostoiévski não é cultura, é cultura russa, ler O Paraíso Perdido igualmente não é cultura, é cultura inglesa. Ou seja, uma pessoa medianamente informada, lida e viajada não pode ser chamada de culta e sim de um catalizador de culturas (e será sempre um fracote porque não conhece, por exemplo, a cultura javanesa). E, ao mesmo tempo, uma pessoa que seja criada e viva toda a vida entre os índios será um ser com imensa cultura aborígene.

De uma outra forma: uma família de posses quer educar seu filho. Para isso paga viagens, intercâmbios, preceptores, etc. O infeliz vive 3 meses em cada cidade do mundo, lê e ouve todos os clássicos, se empanturra de poetas, filósofos e o diabo a quatro, mas… veja: ele desconhece a cultura do Congo e, portanto, não é culto (no sentido amplo da palavra). Ou seja: não existem seres humanos absolutamente cultos, existem pessoas que conhecem “alguma coisa”.  A pluralidade humana impede o saber, especializa pessoas mas, em momento algum, garante que todo o estudo, toda a pesquisa credite uma pessoa a ser (razoavelmente) bem informada e culta.

Das bobagens da net

tem umas coisas que a gente vai fazendo pela vida sem pensar, sem procurar saber se são coisas “certas” ou coisas “erradas”. na maioria das vezes eu vou pelo lado “errado” o que bem demonstra que esses conceitos são absolutamente pessoais, que regras, definitivamente, não existem. já andei rabiscando por aqui sobre isso, sobre regras e leis que as pessoas fazem à seu bel prazer para aplicar nos outros. e olha que um número enorme de gente – a grande maioria – cai nessa e vai sentindo-se culpado à cada peidinho que solta como se o intestino fosse uma bola de encher (rs). e digo isso após uma leitura breve em cinco ou seis blogs onde escrevinhadores vão colocando suas vidas em trilhos alheios, vão elogiando e criticando ações do próximo, vão dizendo que “são espertas”, que não caem nisso ou naquilo. por isso eu acho confuso quando um  blog vira matéria de jornal de outra blogueira – como se virar matéria de jornal fosse alguma coisa muito especial, um mérito, como se a autora do blog estivesse sobre todas as coisas… não está. se determinada criatura tem um blog e uma coluna em jornal e utiliza esse espaço para falar de um blog, das duas uma: ou está sem assunto ou gosta ‘particularmente’ do blog citado. tudo bem, é um direito de cada um. hoje fazem até filmes sobre blogs de gente que não tem a menor importância. tudo pode. o triste da história é que você vai no “material bruto”, no blog mesmo e encontra pessoas vazias, ressentimentos, ódios, “espertezas”, críticas e toda a sorte de bobagens que a publicação imediata permite. eu até leio e fico meio assim, sem saber muito o que dizer. resta-me então criticar, me entristecer quando escrevinhadores não sabem que têm um papel social sim, que escrevem para as pessoas lerem sim e, de certa forma, são formadoras de opinião… contra ou à favor. bom, eu nem ia falar nisso…

O meu DUPLO

Grandes confusões por causa de um convite que fiz a K. Na verdade tratava-se apenas de um degrau para ela tornar-se a maior estrela de cinema de todos os tempos. O talento e a beleza da menina (vejam seu template novo!) são inegáveis. Mas já mudei de idéia. Ela nem precisa de nenhum “degrau”. Tenho certeza de que produtores gigantes do mundo inteiro devem estar de olho, aguardando a hora certa.

Agora é verdade que meu OUTRO/DUPLO (porque todos nós temos um duplo em algum lugar, certo?) em São Paulo fica de artimanhas maldosas para demover a bela. O motivo é simples: ele vai ficar em São Paulo e tem pavor que a K. venha para o Rio.  Fica, pois, a dúvida, o mistério, o silêncio dos inocentes…mas tem gente que vai para o Pantanal e quando o caditado a gato sai, o rato faz a festa, ditado conhecido por todos…rs

DELETEI UM PARÁGRAFO QUE PODIA INSINUAR O QUE NÃO É. MINHAS MADRUGADAS COM K. SÃO EXCLUSIVAMENTE PARA DEBATES LITERÁRIOS.

Para a frente a qualquer custo

Buscar novos caminhos é, ou deveria ser, uma prerrogativa do homem. Porque existe sempre a possibilidade (bem mais fácil) de ficar parado, observado nasceres do sol. Na verdade, o homem que se coloca passivamente diante da vida é cômodo para a sociedade. Não fazer e, muito menos, dizer é tudo o que os outros esperam dos seus pares. Mas não é de graça: a beligerância existente em cada um, atávica, faz a roda da humanidade girar. Tal como a corrida espermatozóides, a corrida durante a vida é igualmente dura, incessante e abster-se dessa competição é morrer a pior das mortes. A competição está enraizada em todas as nossas atitudes, pensamentos, ações. A competição não é apenas com o outro, é igualmente conosco. Se um dia faço um determinado produto, no dia seguinte desejo fazer melhor. Se ganho algum dinheiro, desejo ganhar mais. Se descubro o amor, quero ser para sempre um “amador” e por aí vai.

É, portanto, um engano acreditar que a morosidade, a reclusão e a falta de iniciativa podem trazer algum bem. Trata-se de um engodo da famigerada religião católica-cristã que desde tempos imemoriais represa o homem em tudo o que ele tem de bom, em tudo o que ele é capaz de fazer e revolucionar. Não existem apenas grandes revoluções, mas uma eterna e incansável revolução diária em todos nós, dessas revoluções que nos fazem andar para frente, para trás, para os lados, mas caminhar sempre em busca do que, por fim, chamamos prazer (pedra filosofal?). Negar essa possibilidade é cometer suicídio errante, desses que a gente comete, mas não morre.


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"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"

"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues

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