Archive for the 'equívoco' Category

Corre

A violência de raios e trovões não diminuem minha visão pessimista do flautista desajustado que mora ao lado (sempre mora ao lado). A percepção de que não há o centro porque estou aqui e “meus lados” são a renúncia e a própria exaltação de verdades e dúvidas. Sou. Sou. Sou? E então baixa o pano com certa violência (veludo vermelho já meio gasto pelo tempo e as disciplinas). Minha tendência é deixar esse tempo um pouco para trás, deixar a corrente que me leva (e eleva), deixar que tudo simplesmente seja. Quem é o flautista? Por que um velho? Por que um velho padre? Não poderia eu mesmo ser um velho padre que caminha por avenidas e ruelas sempre rumo ao norte, ora num veículo, ora marchando? Sou eu… Sou? Como, se está na casa ao lado? Tudo está sempre ao lado e para não perder meu centro, busco um mundo em outra dimensão (sempre eu atrás dos espelhos). E essa dimensão estranha e irreconhecível me trás até aqui como o monge que provou a maçã enfeitiçada. Sou eu mesmo o feitiço do homem de cabeça branca, de barba branca, de dentes amarelados de lentes grossas… Sou eu mesmo esse flautista que rodopia em frente ao espelho de zeros? Como separaram os uns dos zeros? Com que intenção? O que se pretende disso tudo aqui? Uma novelinha piegas? Pois a têm! Templários que ostentam relógios desproporcionalmente grandes. (Como) o Coelho de Alice. Como cheguei a isso, me diga mulher confusa ! ! !

OHHHHHhhhhhhhhh

Por que falta H2 OHH

 

 no Rio de Janeiro??

Do nada

O existencialismo pode ser tão falho quanto o criacionismo, mas parece-me mais transparente. Os dogmas do criacionismo me irritam, não por eles em si ou de per-si, mas pela dissimulação atávica do pensamento. Melhor seria dizer do não pensamento, das trevas mentais a que tentam induzir os de mais frágil espírito. E não se deve construir toda uma arquitetura filosófica apropriada para os de menos capacidade cognitiva. Isso seria (e é) patético)

Estupidez humana

Tem coisas que viriam do mal se ele existisse. Tudo o  que se esconde atrás de “novos ritmos”, dessa “novas” culturas… como rave, funk, dancing e tudo o mais demostra unicamente como a Humanidade é Jeka e ignara

O bloco na rua

Entre meus três leitores acabei recebendo uma correspondência no mínimo excêntrica. Uma bobagem, mas que vale ser relatada. Eu que sempre postei três textos por dia, agora estou quieto. Já falei disso aqui, mas parece que não surtiu efeito. E mais: que eu estaria magoado e com raiva de uma ou duas pessoas. Absolutamente! Não há um pingo de verdade nessa afirmação. Não tenho bronca de ninguém, não falo mal de ninguém. Nada disso! O que eu às vezes digo é sobre o status de pessoas menos capacitadas e devidamente agraciadas pelo aparelhamento de estado promovido pelo presidente. Mas isso não apenas eu falo. Todo mundo fala o tempo todo. Basta abrir um jornal, de qualquer dia e vai encontrar lá a mesma percepção e, realmente, contra isso não há o que fazer a não ser dar tempo ao tempo, já que esse é “o senhor da razão”. Dia desses eu estava falando da Secretária Municipal de Cultura e as inúmeras boquinhas que ela criou, esquecendo-se totalmente da sua missão maior. Ou seja: a secretária Jandira, faz parte de uma corrente que tem a outra ponta no presidente da república. Eu acreditei que não suportaria um mandato de Lula. Já estamos na metade do segundo e eu ainda não morri. Hoje em dia entendo a sobrevivência dos judeus nos campos de concentração e os “sovietes” que fugiram a tempo. Então eu falo de todas as áreas culturais, do retrocesso de tudo que tem a marca PT e não sou radical quanto às pessoas da ‘boquinha’… entendo que é assim mesmo, de certa maneira em qualquer governo. O que irrita é a irresponsabilidade ao não tocar ‘bonde’, não colocar o bloco na rua.

A insuportável insegurança da política nas artes

Reciclar cinema e teatro bem como programas em televisão é uma tarefa árdua e. principalmente, necessita verdadeiramente de criatividade, estética e conteúdo. Porque quando você conclui um documentário ou um programa desses de “linha”, semanais ou diários, precisa entender bem o que está fazendo e o porquê está fazendo. Essa história de usar programas como instrumento de aparelhamento político, erc! – a coisa não sai. Ou melhor, os “homens das artes” rodam, rodam, se desfazem dos desafetos, mas continuam incapazes de dar um passo è frente em termos objetivos de mudanças criativas. Isso ocorre muito em televisões geridas por governos estaduais ou pelo governo federal. Como não existe a quem dar satisfações sobre como a verba foi gasta (ou pior: como não foi gasta), fica um samba do crioulo doido, equipes inteiras de televisão e cinema, elencos de teatro, etc. boiando de lá para cá sempre na expectativa dos novos políticos que vão mandar. Porque à cada gestão, cada novo ‘diretor’ ou “supervisor” que entra rola sempre a preocupação de nessecitarem mostrar do que são capazes (à priori esses gestores políticos – “da boquinha” – acham que sabem um pouco (ou muito – que vira caos)  “se acham” os únicos na Terra com capacidade e criatividade. O resto é o resto é o resto . Não muda nada, são as cartas marcadas. Um desses casos, por exemplo, pode ser a nossa Jandira, do Partido Comunista, agora Secretária de Cultura. Já tivemos a república de Alagoas e mais algumas. Agora temos a outro estado “da boca” – na área federal e a da Barra da Tijuca no Rio para a gestão dos teatros municipais. Tudo com o seu, o meu o nosso…

Fim de jogo

É bem verdade que não caio na “desgrameira” de ser ácido e falar mal do mundo. Ao mesmo tempo, esse meu espaço não é bem humorado como eu gostaria que fosse. Devo ter uns três ou quatro leitores e, entre eles, há um pacto de não fazerem comentários, (só mandam e.mails). Até aí tudo bem (até porque v sabe do comentários porque recebeu um e.mail). A verdade é que hoje saí de casa muito rapidamente e conheci, um homem), mas uma pessoa que levou altos papos comigo…. Que entendeu na boa exatamente o que estava acontecendo e o porquê de eu estar fazendo isso ou aquilo, estar sentindo aquilo ou aquilo outro. Foi um longo papo… de 8 da noite até meia noite. Eu até poderia não valorizar tanto,  mas valorizo….principalmente num momento de adversidades.  Não convivo bem com apaniguados…. Então… o que acontece?   Como disse um grande – e incomprendido – estadista : “O tempo é senhor da razão”… Esse tempo vai passar, esse governo vai cair e não fará sucessores e as pessoas “da hora” vão cantar noutro terreiro. Sempre existe espaço para a propaganda do MST, das Farc e de tudo o que há de ignóbil na vida. Mas não quero desvirtuar a história… quero contar que, muitas vezes do nada, encontramos pessoas sérias, inteligentes, cultas, pessoas que nos dão prazer em conversar, que trocam informações e opiniões sérias, pessoas que a gente percebe, pela maneira, que não possuem nenhum exibicionismo,  Enfim, basta viver a vida porque ela é sábia e coloca em nosso caminho tanto os jekinhas quanto os sinceros. É só aprender a apostar no cavalo certo…


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"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"

"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
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