Archive for the 'Burros' Category

Eu Passarinho

Quando observamos uma pessoa que gosta de Fidel, Chavez, Lula, MST e – principalmente – das Farc é o sinal de alerta não apenas pela pequenez do indivíduo, mas, antes, por sua periculosidade e claudicante honradez. Mas é ilusão achar que esse tipo de conceito nos livra de desilusões e sobressaltos, rasteiras e outras arapucas ao longo do caminho. Na arenas das “frasecas” temos Nelson Rodrigues, Paulo Francis, Otto Lara Resende e, recentemente, Diogo Mainardi entre tantos. Eu me contento com algo mais suave, com Mário Quintana:

“Esses que aí estão atravancando o meu caminho, esses passarão, eu passarinho”

Porque me satisfaz ser suave. Não ser “esperto”, não estar atrelado às ‘boquinhas”

P.S.

Existe uma parte da população (boçal, mas pequena, é bem verdade) que trata os trabalhadores funcionários públicos, como se esses fossem menores. Como se trabalhar para o governo fosse errado, desonrado, etc e etc. Essas mesmas pessoas se utilizam desse mesmo governo em cargos um pouco superiores. Assim, eles não são funcionários públicos, podem falar mal destes, eles são apenas a turma da boquinha.

Estupidez humana

Tem coisas que viriam do mal se ele existisse. Tudo o  que se esconde atrás de “novos ritmos”, dessa “novas” culturas… como rave, funk, dancing e tudo o mais demostra unicamente como a Humanidade é Jeka e ignara

Atrás dos Panos ou Meus Óculos Escuros

O dia custa a amanhecer. Acordo frequentemente no meio da noite sem mais um pingo de sono – independente da quantidade de soníferos que tomei. Na verdade, não gosto de ficar acordado nas madrugadas. Não tenho paciência… prefiro infinitamente os dias… Se me considero uma pessoa solar? Igualmente não. Nem lua nem sol, talvez sombras onde eu possa perambular de óculos escuros, observando, mas não sendo observado. E olha que observar é uma coisa e xeretar a vida dos outros é completamente diferente. Na literatura de um ou dois séculos atrás sempre havia a personagem que vivia atrás de cortinas tomando conta da vida de todos. E me surpreendo hoje vendo pessoas que agem exatamente assim na vida real (e nesse ponto a arte imita a vida). Se me incomodo com esse comportamento? Certamente que sim. E me decepciono também. Na verdade, me irrito, não tenho saco e chego a ter um certo desprezo.

Hoje eu me lembro de cada uma das palavras que minha mãe dizia, que eu não acreditava, que eu achava serem exagero ou implicância dela. Não eram. Minha mãe com 79 anos, absolutamente lúcida me avisava, abria meus olhos e eu não via. Agora sinto um imenso remorso por ter duvidado dos alertas que ela insistia em me mandar. Tarde demais.

Meus óculos escuros: suavizam o excesso de luz que vem em minha direção… protegem meu espírito (não metafísico) – não que o mal deixe de existir, mas amenizo sua percepção. Gostaria de, com eles, não ser reconhecido como Clark Kent e seus óculos comuns, mas não se pode viver a fantasia das histórias em quadrinhos. Esses óculos escuros, enfiam, criam uma persona, um avatar e libertam meus sentidos e sentimentos. Por fim, disfarçam toda a tristeza que meus olhos carregam. Demonstram muito pouco toda a angústia que a ignara ululante insiste em me expor.

Não cultivar o ódio (gratuito)

Revendo todas as coisas, tudo o que tem rolado, relendo o post anterior em que disponibilizei meu e.mail para o plano de saúde da minha mãe, me dei conta que eu não sou isso. Em nenhum momento da minha vida eu pretendi ter um blog “justiceiro” ou muito crítico em relação às pessoas. Afinal, por menos acessos que tenha, um blog não deixa de ser um meio poderoso de comunicação. E o meu, nunca, em nenhum momento se pretendeu crítico a pessoas e/ou instituições.

Imagino que eu tenha publicado meu e.mail raivoso num momento de estresse profundo (o que não impede de alertar a população sobre o atendimento do plano de saúde em questão). Passou. Se houve imperícia médica, é um caso para Justiça resolver e não eu. E nem remoer a dívida que o médico relapso tem para comigo. Realmente não me pretendo ‘denuncista’ nem crítico inveterado. Cada um tem uma forma de se colocar no mundo. Até porque, se eu usar o meu pequeno e humilde meio de comunicação para criticar e denunciar….. nossa, sai de baixo… Muita gente estaria lá. Afinal… quem não é traído? Quem não conhece pessoas que nos machucaram?… Pior, nos decepcionaram em momentos em que estamos extremamente fragilizadas por uma dor que nenhum dinheiro pagaria…?. Se fosse p caso algumas pessoas seriam figurinhas fáceis para que eu insistisse em descarregar um ódio e uma frustração que, realmente, não tenho em meu coração. Acho que é isso,,,

 

OBS: Como não fui muito claro, informo que estou falando do meu blog de forma genérica, mas, evidentemente, tomarei todas as medidas legais cabíveis contra esse médico e a instituição no que se refere ao descaso com minha mãe. Obrigado à todos.

GABEIRA

Não creio que vá adiantar muito fazer uma análise, uma crítica sobre o resultados das eleições nos estados porque a situação está imposta, é fato.

No Rio, Gabeira fez boa campanha, mas, infelizmente, não se elegeu. Há mais ou menos trinta anos Pelé disse uma frase que irritou intelectuais, mas continua sendo verdadeira (como se vê): “brasileiro não sabe votar”.

Orelha de livro e dengue

Dias chuvosos, pessoas de caminhar apressado com guarda chuvas ou não. Pessoas que olham para os lados ao pressentir qualquer coisa, seja a presença de um estranho – possível assaltante – seja a percepção de um mosquito – certidão de óbito. Sei que essa vida, esse tipo de vida “seria” normal nas grandes cidades, mas não tanto quanto no Rio de Janeiro. Os jornais e seus especialistas e conteudistas dizem que o Rio não é a cidade mais violenta do Brasil. Realmente não sei se é verdade, mas tenho certeza de que é violenta o bastante para deixar as pessoas apavoradas. Na minha esquina existe uma antiga e simpática loja de doces (onde sempre fui com meu filho comprar ‘balas boneco’). Pois o dono, um senhor aparentemente saudável morreu esta semana de dengue. Como podem tantas pessoas morrerem de dengue?! As populações de outras cidades estavam tranqüilas, entendendo que a dengue era um mal do Rio (e é), mas o descaso nojento das autoridades responsáveis (??? ah ah ah) propiciou o inevitável: a doença está começando a espalhar-se pelo país. Dia desses me falaram uma bobagem qualquer à respeito do livro “A Peste” de Camus. Nada a ver. Camus escreveu um crônica política, metáfora do tempo que ele vivenciava e dos movimentos políticos que fervilhavam. O Rio tem uma epidemia de uma doença chinfrim, terceiro-mundista, compatível com a inércia e o desrespeito babalaô de autoridades (autoridades? ah ah ah). Tudo (ou quase tudo) me irrita nesse país: tanto o descaso de políticos safados quanto as opiniões tolinhas de “erudidos” de ‘orelhas de livros’ ou do Google.

Dengue, incompetência dos políticos!

Chuva só em “Águas de Março” do Tom. Chuva é insuportável (porra não estou em Sampa!). Mas deixa pra lá. Todo mundo preocupado com a epidemia da dengue que os governos municipais, estaduais e o federal negam-se a assumir. Queria ver o Lula com dengue hemorrágica (ele e todos os governantes relapsos). Está morrendo muita gente no Brasil todo, principalmente no Rio de Janeiro. Cesar Maia, o Alcaide, não faz nada e, após esse mandato que finda, desaparecerá de vez dos anais da história política. Mas não é isso o que interessa, o que importa são as pessoas morrendo (mais de 60% crianças!). Agora vem o Tinhorão dizendo que vai fazer e acontecer. Otário. Os políticos (pelo menos no Brasil) são escória, são vagabundos e, quando podem, larápios. As forças internacionais envolvidas com epidemias (como os Médicos sem Fronteiras) deveriam invadir e dominar o Brasil que só tem “gestoresincompetentes!


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"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
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