Eu Passarinho

Quando observamos uma pessoa que gosta de Fidel, Chavez, Lula, MST e – principalmente – das Farc é o sinal de alerta não apenas pela pequenez do indivíduo, mas, antes, por sua periculosidade e claudicante honradez. Mas é ilusão achar que esse tipo de conceito nos livra de desilusões e sobressaltos, rasteiras e outras arapucas ao longo do caminho. Na arenas das “frasecas” temos Nelson Rodrigues, Paulo Francis, Otto Lara Resende e, recentemente, Diogo Mainardi entre tantos. Eu me contento com algo mais suave, com Mário Quintana:

“Esses que aí estão atravancando o meu caminho, esses passarão, eu passarinho”

Porque me satisfaz ser suave. Não ser “esperto”, não estar atrelado às ‘boquinhas”

P.S.

Existe uma parte da população (boçal, mas pequena, é bem verdade) que trata os trabalhadores funcionários públicos, como se esses fossem menores. Como se trabalhar para o governo fosse errado, desonrado, etc e etc. Essas mesmas pessoas se utilizam desse mesmo governo em cargos um pouco superiores. Assim, eles não são funcionários públicos, podem falar mal destes, eles são apenas a turma da boquinha.

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