Do que eu ia dizer, mas desisti

“Eu preciso dizer que eu te amo….. te amar ou perder”… Esses fragmentos de músicas, de poesias passam pelo cérebro, na maioria das vezes muito velozes, dessa maneira estranha de ver coisas, de vivenciar aquilo que não é exatamente meu, mas que também não consigo desprezar, como um cúmplice por acaso, do acaso absoluto, sem culpa como o gato emparedado de Poe que termina colocando tudo a perder. Mas ou menos isso, o cúmplice idiota, que entrou num jogo sem saber e acaba sempre estragando os planos arquitetados pelos outros, uma espécie de “inconveniência do acaso”. Somos todos estranhos no ninho, somos todos esperanças vãs, relicários desses onde guardamos uns restinhos das cinzas (que afanamos durante as cerimonias com a natureza).  Contraditório é alguma coisa maior do que parece, alguma coisa mais sofrida e, ao mesmo tempo, incompreendida pelas maiorias, essas hordas ignaras que se arrastam num mundo de trevas e faíscas.

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
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