As ruas… e os que “desabaram”

Recebo e.mail de leitora reclamando que estou escrevendo muito pouco. Verdade, ela tem razão. Sei e não sei o porquê. Muitas vezes, passando por momentos angustiantes escrevemos muito. Tenho pilhas de cadernos manuscritos compulsivamente como se aquela escrita, de certa forma, estivesse lavando minha alma. Em outros momentos, há uma retração. Melhor não dizer nada para não ficar falando besteira nem relatando os eternos draminhas. Afinal, trabalhar (muito), tomar um chope e dormir não é matéria de muito interesse, não é verdade? Histórias chatas e repetitivas também não interessam a ninguém.

Mas, de uma forma geral, acho que vou bem, as coisas estão caminhando, estou conseguindo passar por adversidades sem morrer por isso. Vagarosamente estou lendo um livro interessante, A Cordilheira. Semanalmente tenho visitado minha mãe e a grande coisa é que consegui colocar uma “meio” empregada, meio acompanhante para ela. Já é alguma coisa. No mais, é deixar o tempo fazer sua parte. Observar. Olhar pessoas na rua sabendo que elas têm seus problemas e continuam perseverando (algumas, né?) À pouco tempo fiz uma matéria sobre a população de rua e vi todos os “caídos”, todos os que não resistiram. É assim: existem pessoas e pessoas.

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1 Response to “As ruas… e os que “desabaram””


  1. 1 tatiana 05/11/2008 às 10:47

    Todo mundo , tem algum tipode problema, pequenos, grandes, dependendo de quem vive e de quem olha. Mas a vida continua e medimos (se é que isso tem medida) a nossa felicidade com acapacidade que temosde enfrentar esses problemas e seguir em frente.

    bjuss saudosos

    Tati


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