Revisitando mais ao norte

Essa mulher ao norte que altera minha percepção do lado de cá, que invade meus sentidos conscientes e inconscientes, minha percepção e me empurra no despenhadeiro do desequilíbrio. Que me acorda no meio da madrugada, que acalanta as tantas voltas que dou na cama em torno de mim mesmo como se pudesse fugir do meu próprio corpo, que ela machuca por não fazer, que provoca por prazer (mútuo), que toca e se afasta que sussurra e emudece para depois voltar a dizer as coisas da ‘Canção do Amor demais’ como se fosse a própria Elizeth. Penso de longe em Amaralina e imagino o Abaeté hoje, já. Mas o redudo é o visor de uma câmera… essa maneira de ver o mundo enquadrado do meu ponto de vista que, por ser único, mostra coisas, insinua outras tantas que não consigo explicar, prisioneiro que sou de mim mesmo, das percepções inimagináveis da visão recortada e libidinosa que mora em mim.

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"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"

"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues

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