A falta de ar de cada dia

Existe uma determinada parte da existência que é tola, chatinha, cheia de reveses e essas coisas todas que trazemos de um ontem que deveríamos ter aprendido a deixar para trás definitivamente. Somos todos responsáveis, de certa forma, pela gosma que trazemos atrás de nós, como a nos lembrar do que aconteceu numa determinada época, uma época que já deveria ter caído no buraco negro da noite do tempo.

Porque se andamos carregando sempre o desequilíbrio do que se foi, continuamos presos num espaço-tempo que não é, que não admite a possibilidade do que chamamos futuro tornar-se presente e, apesar de todas as nossas impressões, a vida implacável, dona de um tempo todo próprio, diferente que conhecemos, vai passando, vai nos deixando suspensos no ar ou na falta de ar.

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
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