Bastidores de TV

Em meio a uma reunião rotineira de trabalho, uma companheira de trabalho começou a gritar para defender sua opinião – que, por sinal, no meu entendimento – era desapropiada.  Houve um período há mais ou menos trinta e cinco anos atrás que “gritos” em televisão eram aceitos e acatados. Hoje, não representam nada, apenas mostram o desequilíbrio a que o estresse nos leva diariamente. Na verdade isso não importa nada. Cito o exemplo apenas para falar sobre o que entendemos sobre ética e estética nos meios de comunicação. Desconsiderando o estresse, quero saber o que se pensa realmente sobre a possibilidade de influenciar milhões de mentes. Vejamos: temos um meio de comunicação poderoso, sabemos que as pessoas assistem e criam situações análogas ao que observaram para suas próprias vidas. A verdade é que a televisão ainda não é – e está longe de ser – um meio de comunicação democrático, que permita a interatividade pessoa/mídia. Falam muito nisso, a classe média que sonha o que não existe (vai existir, é claro). O que existe hoje é um arremedo de boas intenções (tais como o inferno está lotado) de televisões que se propagam como sendo destinadas a atender aos anseios do povo. O que há de verdade e de mentira nessa afirmativa?

Fiz uma edição nesse texto porque usei expressões inadequadas ao me referir a uma colega de trabalho (e amiga), embora em nenhum momento tenha pretendido ofendê-la, mas realmente às vezes “pego pesado” nos termos usados. Desculpe sibceramente (você sabe quem é)

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