A guerra

Muitas vezes é preciso criar uma situação onde se instale um momento político crítico para chegarmos ao que poderia ter sido conseguido da forma mais tranqüila possível. Nem sempre “soluções pacíficas” ou tentativas de solução dão certo. A guerra e, principalmente, a arte da guerra deve estar presente em cada pessoa que luta por um lugar ao sol, que luta para realizar alguma coisa. Sem essa espécie de guerra cria-se uma pasmaceira absoluta onde, definitivamente, nada acontece. Isso é prejuízo em todos os sentidos para todas as pessoas, para todo o grupo humano, tanto para realizadores como para receptores. Verdade que, forçando um viés claudicante, já se pode dizer que a internet fomenta a discussão. Infelizmente é muito pouco. É necessária a guerra presencial onde as pessoas se expõem e, invariavelmente, caem as máscaras.

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2 Responses to “A guerra”


  1. 1 leve & solto 25/03/2008 às 15:45

    Menino “G”,

    Odeio pasmaceira também…
    Sou humilde quando desconheço um assunto ou percebo que errei… Porém não me escondo atrás de nada nem ninguém se estou certa, ou mesmo para obtenção de objetivos traçados.
    Chuto o balde, subo na mesa, deixo todos que estão por perto com as antenas ligadas (tanto pra ouvir quanto pra colaborar com idéias ou explicações).
    Profissionalmente sou assim: educada, tenho bom senso, mas
    calma não foi feita pra mim. Sou ligada no 220v, necessito de respostas e retornos rápidos… Cumpro metas e espero isso de que está no mesmo barco!
    Eu sei, sou geniosa, imediatista, teimosa, perfeccionista, ansiosa…
    ok ok, sofro muito por isso as vezes… fazer o que? Não sou perfeita e nem pretendo ser!!! rs

    Bjo carinhoso

    Mara

    (Me sinto totalmente adotada qdo vc me chama de menina.. e assim resolvi, por minha conta e risco, chamar vc assim também. Nada pejorativo, pelo contrário, viu?! Espero que não se importe.)

  2. 2 Mr. Almost 25/03/2008 às 12:46

    Ahh… Por isso é que você fez aquela guerra lá na festa! Chutando pedrinhas!…

    Falando sério: É, por vezes temos de bater com os punhos na mesa.

    Abraço!


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