Não se trata absolutamente de chorar o leite derramado ou de não estar “aberto para o novo”. Nada disso. Os funcionários da extinta TVE do Rio de Janeiro, Brasília e Maranhão viram com receio a criação da TV Brasil, assim como foi feita, através de medida provisória. Um ano e meio depois de implantada (e o término oficial da TVE) havia um enorme desconforto entre os antigos funcionários, ora pela forma da invasão feita pelas pessoas de São Paulo, ora pela (nenhuma) experiência no ato de fazer uma televisão de qualidade. Bem verdade que traziam propostas interessantes (como a troca de programas entre o Rio e televisões regionais, a troca da cultura entre os estados bem como uma visão diferenciada de alguns países como os da África por exemplo.
Mas não foi assim que aconteceu. A equipe que chegou era tremendamente agressiva, prepotente (só eles sabiam a verdade) não acreditava no potencial dos funcionários que ‘tocavm’ a TVE há não sei há quantas décadas. E o que fez a TV Brasil de revolucionário? Nada! As mudanças que houveram na programação com documetários e filmes nacionais poderia igualmente ser feita pela TVE desde que orientada para isso. Os meses foram se passando, a guerra de egos dos que chegavam em cargos comissionados de ‘gerentes’ foi aumentando,,, apesar das inúmeras ‘trocas de cadeiras’. Agora vem toda essa bosta no ventilador – ainda que bastante racional e mostrando todas as irregularidades da nova TV – bosta essa tornada pública pelo ex-diretor de programação e conteúdo, Leopoldo Nunes. (E já corre um boato de que alguns gerentes estariam “caindo” – esses que por altos salários, acreditaram que uma televisão publica, poderia chegar assim, de cima para baixo, de afogadilho, por MP).
O que resta saber é se a sociedde organizada, os intelectuais e os produtores de cultura vão entrar nessa luta para ajudar a todos e ao Brasil a possuir e disponibilizar uma verdadeira TV Publica


Disseram