Arquivo para a categoria 'é a vida e é bonita...'

Céus vermelhos da minha terra

Tava tentando escrever no glorioso I. Explorer e nada acontecia. Ele come as letras que digito e olha que digito mui lentamente. Coisas da Microsoft. Então, Viva o Mozilla!. Isso não vem ao caso. Bom, tentei postar a foto, mas não consegui… sei lá o porquê. Enfim, era um céu absolutamente vermelho (lindo!) com fiapos de nuvens. Quando morei numa casinha de campo em Secretário costumava ver sempre o sol nascer e, nascer avermelhado significava um dia belo e frio. Era quando eu juntava a lenha para mais tarde preparar a lareira. Já por aqui parece que não é a mesma coisa: o dia nasceu finalmente e, para minha surpresa, chuvoso. Chove e, eventualmente, faz sol numa espécie de traquinagem de São Pedro. De qualquer forma, de uma maneira ou de outra, o céu é belíssimo. O céu é a expressão da própria vida. As pessoas que andam olhando o chão, muitas vezes perdem um espetáculo inesquecível. Tem gente que faz análises e ‘prevê’  o futuro através da posição dos astros. Nisso eu não acredito. Antes, acredito numa beleza ampla e plena da vida incluindo as matas, o céu e mesmo o concreto, o asfalto e a fumaça. Cada um vive a vida na época em que veio para viver. Igualmente ocorre com as pessoas: umas mais belas, outras não tanto. Porque vale a beleza interior, vale a percepção que cada um tem do outro e, simultaneamente, do todo. Nem sei mesmo porque falei dessas coisas.


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"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"

"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues

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