Arquivo para a categoria 'Burros'

Eu Passarinho

Quando observamos uma pessoa que gosta de Fidel, Chavez, Lula, MST e – principalmente - das Farc é o sinal de alerta não apenas pela pequenez do indivíduo, mas, antes, por sua periculosidade e claudicante honradez. Mas é ilusão achar que esse tipo de conceito nos livra de desilusões e sobressaltos, rasteiras e outras arapucas ao longo do caminho. Na arenas das “frasecas” temos Nelson Rodrigues, Paulo Francis, Otto Lara Resende e, recentemente, Diogo Mainardi entre tantos. Eu me contento com algo mais suave, com Mário Quintana:

“Esses que aí estão atravancando o meu caminho, esses passarão, eu passarinho”

Porque me satisfaz ser suave. Não ser “esperto”, não estar atrelado às ‘boquinhas”

P.S.

Existe uma parte da população (boçal, mas pequena, é bem verdade) que trata os trabalhadores funcionários públicos, como se esses fossem menores. Como se trabalhar para o governo fosse errado, desonrado, etc e etc. Essas mesmas pessoas se utilizam desse mesmo governo em cargos um pouco superiores. Assim, eles não são funcionários públicos, podem falar mal destes, eles são apenas a turma da boquinha.

Estupidez humana

Tem coisas que viriam do mal se ele existisse. Tudo o  que se esconde atrás de “novos ritmos”, dessa “novas” culturas… como rave, funk, dancing e tudo o mais demostra unicamente como a Humanidade é Jeka e ignara

Atrás dos Panos ou Meus Óculos Escuros

O dia custa a amanhecer. Acordo frequentemente no meio da noite sem mais um pingo de sono – independente da quantidade de soníferos que tomei. Na verdade, não gosto de ficar acordado nas madrugadas. Não tenho paciência… prefiro infinitamente os dias… Se me considero uma pessoa solar? Igualmente não. Nem lua nem sol, talvez sombras onde eu possa perambular de óculos escuros, observando, mas não sendo observado. E olha que observar é uma coisa e xeretar a vida dos outros é completamente diferente. Na literatura de um ou dois séculos atrás sempre havia a personagem que vivia atrás de cortinas tomando conta da vida de todos. E me surpreendo hoje vendo pessoas que agem exatamente assim na vida real (e nesse ponto a arte imita a vida). Se me incomodo com esse comportamento? Certamente que sim. E me decepciono também. Na verdade, me irrito, não tenho saco e chego a ter um certo desprezo.

Hoje eu me lembro de cada uma das palavras que minha mãe dizia, que eu não acreditava, que eu achava serem exagero ou implicância dela. Não eram. Minha mãe com 79 anos, absolutamente lúcida me avisava, abria meus olhos e eu não via. Agora sinto um imenso remorso por ter duvidado dos alertas que ela insistia em me mandar. Tarde demais.

Meus óculos escuros: suavizam o excesso de luz que vem em minha direção… protegem meu espírito (não metafísico) – não que o mal deixe de existir, mas amenizo sua percepção. Gostaria de, com eles, não ser reconhecido como Clark Kent e seus óculos comuns, mas não se pode viver a fantasia das histórias em quadrinhos. Esses óculos escuros, enfiam, criam uma persona, um avatar e libertam meus sentidos e sentimentos. Por fim, disfarçam toda a tristeza que meus olhos carregam. Demonstram muito pouco toda a angústia que a ignara ululante insiste em me expor.

Não cultivar o ódio (gratuito)

Revendo todas as coisas, tudo o que tem rolado, relendo o post anterior em que disponibilizei meu e.mail para o plano de saúde da minha mãe, me dei conta que eu não sou isso. Em nenhum momento da minha vida eu pretendi ter um blog “justiceiro” ou muito crítico em relação às pessoas. Afinal, por menos acessos que tenha, um blog não deixa de ser um meio poderoso de comunicação. E o meu, nunca, em nenhum momento se pretendeu crítico a pessoas e/ou instituições.

Imagino que eu tenha publicado meu e.mail raivoso num momento de estresse profundo (o que não impede de alertar a população sobre o atendimento do plano de saúde em questão). Passou. Se houve imperícia médica, é um caso para Justiça resolver e não eu. E nem remoer a dívida que o médico relapso tem para comigo. Realmente não me pretendo ‘denuncista’ nem crítico inveterado. Cada um tem uma forma de se colocar no mundo. Até porque, se eu usar o meu pequeno e humilde meio de comunicação para criticar e denunciar….. nossa, sai de baixo… Muita gente estaria lá. Afinal… quem não é traído? Quem não conhece pessoas que nos machucaram?… Pior, nos decepcionaram em momentos em que estamos extremamente fragilizadas por uma dor que nenhum dinheiro pagaria…?. Se fosse p caso algumas pessoas seriam figurinhas fáceis para que eu insistisse em descarregar um ódio e uma frustração que, realmente, não tenho em meu coração. Acho que é isso,,,

 

OBS: Como não fui muito claro, informo que estou falando do meu blog de forma genérica, mas, evidentemente, tomarei todas as medidas legais cabíveis contra esse médico e a instituição no que se refere ao descaso com minha mãe. Obrigado à todos.

GABEIRA

Não creio que vá adiantar muito fazer uma análise, uma crítica sobre o resultados das eleições nos estados porque a situação está imposta, é fato.

No Rio, Gabeira fez boa campanha, mas, infelizmente, não se elegeu. Há mais ou menos trinta anos Pelé disse uma frase que irritou intelectuais, mas continua sendo verdadeira (como se vê): “brasileiro não sabe votar”.

Orelha de livro e dengue

Dias chuvosos, pessoas de caminhar apressado com guarda chuvas ou não. Pessoas que olham para os lados ao pressentir qualquer coisa, seja a presença de um estranho – possível assaltante – seja a percepção de um mosquito – certidão de óbito. Sei que essa vida, esse tipo de vida “seria” normal nas grandes cidades, mas não tanto quanto no Rio de Janeiro. Os jornais e seus especialistas e conteudistas dizem que o Rio não é a cidade mais violenta do Brasil. Realmente não sei se é verdade, mas tenho certeza de que é violenta o bastante para deixar as pessoas apavoradas. Na minha esquina existe uma antiga e simpática loja de doces (onde sempre fui com meu filho comprar ‘balas boneco’). Pois o dono, um senhor aparentemente saudável morreu esta semana de dengue. Como podem tantas pessoas morrerem de dengue?! As populações de outras cidades estavam tranqüilas, entendendo que a dengue era um mal do Rio (e é), mas o descaso nojento das autoridades responsáveis (??? ah ah ah) propiciou o inevitável: a doença está começando a espalhar-se pelo país. Dia desses me falaram uma bobagem qualquer à respeito do livro “A Peste” de Camus. Nada a ver. Camus escreveu um crônica política, metáfora do tempo que ele vivenciava e dos movimentos políticos que fervilhavam. O Rio tem uma epidemia de uma doença chinfrim, terceiro-mundista, compatível com a inércia e o desrespeito babalaô de autoridades (autoridades? ah ah ah). Tudo (ou quase tudo) me irrita nesse país: tanto o descaso de políticos safados quanto as opiniões tolinhas de “erudidos” de ‘orelhas de livros’ ou do Google.

Dengue, incompetência dos políticos!

Chuva só em “Águas de Março” do Tom. Chuva é insuportável (porra não estou em Sampa!). Mas deixa pra lá. Todo mundo preocupado com a epidemia da dengue que os governos municipais, estaduais e o federal negam-se a assumir. Queria ver o Lula com dengue hemorrágica (ele e todos os governantes relapsos). Está morrendo muita gente no Brasil todo, principalmente no Rio de Janeiro. Cesar Maia, o Alcaide, não faz nada e, após esse mandato que finda, desaparecerá de vez dos anais da história política. Mas não é isso o que interessa, o que importa são as pessoas morrendo (mais de 60% crianças!). Agora vem o Tinhorão dizendo que vai fazer e acontecer. Otário. Os políticos (pelo menos no Brasil) são escória, são vagabundos e, quando podem, larápios. As forças internacionais envolvidas com epidemias (como os Médicos sem Fronteiras) deveriam invadir e dominar o Brasil que só tem “gestoresincompetentes!

De mim para mim

Encontro-me entre Pagu e Leila Diniz, ente D. Ivone Lara e Ana C., entre eu e aquilo. Entre sonho e realidade. Clarice absolutamente não ajuda, complica. É muito fácil estar numa cidade do interior lendo os autores prediletos. É muito difícil dar vida a todos eles (ainda que em homenagem). Fui obrigado (à contragosto a deixar Molloy, de Beckett de lado). Os meninos do grupo de discussão de literatura reclamam – com razão – minha súbita ausência. Passa uma nuvem negra sobre tudo, sobre todas as diásporas que pretendi. Afirmativamente digo não aos meus detratores e digo sim às novas propostas, aos novos desafios. Só me falta a paz necessária para criar, para executar e concluir. Sinto-me um homem sem alma, um zumbi. Uma facção dos guerreiros (fracassados e sanguessugas) acham que passei “para o outro lado”. Burros! Mil vezes burros! É preciso entender que a gente é colocado diante de novos desafios, que devemos enfrentá-los e sair mais à frente reconfortados e reconhecidos. Mas não é assim. Formam-se grupelhos (ridículos que não vêem a realidade) e jogam contra. Imagino que isso ocorra em várias atividades e os trabalhadores em geral tenham mais paciência do que eu. Eu não tenho paciência!!! Sou um amador (sem limites) e um fazedor (com limites). Tenho a capacidade de ser minha própria antítese, de me reescrever (como falo sempre), de atuar num papel diferente, a proposta de ser um ator (da vida) versátil. Se o resto não me acompanha é exatamente por isso: POR SER RESTO. Bem sei que ninguém tá entendendo nada desse meu grito. E também não tenho como explicar. Só posso dizer que trata-se de criação… de criação e execução. O resto é o resto.

As conhecidas besteiras repetitivas de Almost – o pior homem do mundo

Nos seus comentários em MEU blog o Almost insiste em dizer que eu “deixo muitas garrafas vazias”. Beber muito ou pouco é problema de foro íntimo de cada um. Não creio que eu beba muito, apenas socialmente, mas se eu quisesse viver embriagado ninguém tem nada com isso. De toda forma não tem problema porque os blogueiros já conhecem bem o Almost e sabem que ele agride, inventa, MENTE sobre as pessoas, achando que está fazendo gracinha. Por isso, ele se intitula “O pior homem do mundo”.  Pelo menos, usando lá a droga que me for imputada por calúnia, pretendo apenas não ser o ‘pior homem do mundo’. E é triste eu perder meu tempo escrevendo essa bobagem. Ponto final.

Coisa de mulherzinha

Tem coisas que eu não consigo calar, por mais paciência que eu tenha. Estou vendo em alguns blogues, pessoas criando movimentos contra a pedofilia e à favor das liberdades da mulher. Não há dúvida que a mulher já tem liberdade demais, deveria ter bem menos (não ficaria inventando essas coisas). O único movimento apreciável numa mulher é o dos quadris. Brincadeira. Mas como ousam fazer uma manifesto contra a pedofilia? Não é burrice demais não? Ainda que as mulheres tenham muito menos neurônios que um homem, ainda assim, de onde foram tirar essa idéia patética? Ora, qualquer descerebrado sabe que a pedofilia é uma doença mental. Quem tem a doença, tem, ponto. Não há movimento que diminua a pedofilia. Ela existe, é um fato. O que se pode fazer é pegar os pedófilos e prender (eu preferia fuzilar, mas enfim…). Agora você acha que um pedófilo na internet vai se controlar porque meia dúzia de mulheres bobocas querem fazer um movimento, dar um basta nisso? Isso é burrice, falta do que fazer. E o movimento pelas mulheres? Que movimento? Que mulheres? Querem o quê? A mulher já não conquistou todos os seus direitos? Já não exerce amplamente sua cidadania? Querem mais o quê? São independentes financeiramente, sexualmente, têm os mesmos direitos dos homens (ou mais). E fazem movimento? Pra quê? Me expliquem! Esse tipo de tentativa de movimento me parece uma outra coisa, me parece uma coisa meio ignorantona, falta de leitura, falta de percepção do quanto são inseridas na sociedade. Existem casos de homens que batem em mulher? Existem, isoladamente como existem casos de mulheres que batem em homens. As universidades estão cheias de mulheres, o mercado de trabalho absorve mais mulheres do que homens. Não, não ganham menos que os homens na mesma função não. Ganham menos em funções diferentes. As mulheres são desinteressadas em seus papéis de décadas atrás, são ignorantes porque não lêem nem Simone de Beauvoir. Esse tipo de atitude tolinha só serve para diminuir as mulheres de uma maneira geral, o que é errado porque eu conheço milhões de mulheres bacanas que estão aí, na liderança na vida.

Meu silêncio nada nada inocente

Procuro ser razoável em algumas coisas (em todas não consigo) e revejo opiniões minhas e dos outros. Acho que depois de velho passei a aceitar mais as pessoas como elas são (mesmo que eu não concorde). Mas em algumas situações acontece um extremo que acabam não entendendo: para aceitar uma determinada coisa eu me calo, me anulo e deixo rolar. Me subtraio. E se muitas pessoas que conheço tem um comportamento que não concordo, vou deixando e eu mesmo sumindo. Em algumas questões, as pessoas estranham que eu não deseje estar com elas, prefira ficar em casa, por exemplo.

Porque interiormente eu controlo os ventos e as marés e não é possível que não vejam. Jamais quis controlar uma pessoa (seria idiotice demais). Não é isso: é aceitar coisas tolas, pensamentos imperfeitos, idiotas. Porque uma pessoa com pensamentos imperfeitos contamina todo o grupo e, de repente, estão todos repetindo uma bobagem, repetindo o que não era para ser, o ilógico sem a graça de ser fantástico. Prefiro então as conversas que beiram o fantástico porque são conversas que me acrescentam, raiam a fantasia, a alegoria. É muito interessante a troca de idéias alegóricas, muitas vezes nos valendo do inconsciente coletivo ou da fantasia pura. Nesse tom, a conversa cria contornos de arte, proporciona a impressão (certa) de que saímos revigorados.

Mas, infelizmente, essa não é a maioria. De maneira geral são conversas vazias e tolas, coisas que não acrescentam, só irritam. A diferença é que eu dizia na cara das pessoas que elas eram idiotas e procurava um novo no grupo e agora me contenho e fico calado. Apenas evito de entrar novamente nesse tipo de arapuca, preferindo qualquer coisa: um filme, um livro ou ficar simplesmente pensando na vida. Só os burros me acham excêntrico.

Chatice

Queria caminhar chutando minhas pedrinhas como é habitual, mas a chuva me impede. Tenho sim trabalho em casa para fazer. Vários, aliás. Textos para escrever e, mais chato, catar endereços e imagens para abastecer meu novo computador porque perdi um zilhão de coisas na troca de máquinas já que não faço cópia de nada. Perdi, por exemplo, o endereço de uns cem blogues e sites que eu visitava regularmente! Porque eu não me interesso se as pessoas aceitam ou não minha visita, se está aberto eu vou lá, entro e pronto! Trocar de computador é uma missão e tanto, acho que é mais complicado do que trocar de casamento. Um computador que te acompanha há cinco ou dez anos tem todas as suas coisas ali, você acha tudo no escuro. Já o novo, ainda que infinitamente mais rápido, é um mistério. Cadê aquela foto assim assim? E o endereço tal? Nada. Computador novo é burro. Enfim, não adianta reclamar, tem que ficar catando as coisas mesmo….

Terapias, Afrodites, Megs e províncias

A insônia matutina não me incomoda. Gosto de acordar cedo porque é justamente durante a manhã que consigo tornar meu dia mais produtivo. Acho que a noite me oprime um pouco, eu fico meio sem ação. Despertar antes do dia clarear me deixa bem disposto, sinto mais vontade de ler e escrever, por exemplo. E isso é bom na minha vida que de ordeira e rotineira não tem nada. Porque, muitas vezes, não nos damos conta que cada dia é uma vida diferente, é pontual na medida em que acordamos e vamos dormir. É isso. Quando vou dormir é exatamente como se estivesse morrendo, quando as coisas se encerram, quando saio de mim. Quando acordo é como estar nascendo adulto e um mundo de coisas, oportunidades e opções me são oferecidos. É durante o dia que temos que lidar com os outros e, muitas vezes, perceber mais uma vez que a vida imita a arte que não escrevo sobre o comportamento das pessoas, por exemplo, e sim que as pessoas se comportam da maneira que escrevo. Muito engraçado isso, né? Quer dizer: eu descrevo situações muitas vezes irreais ou utópicas e algumas pessoas passam a vivenciar daquela maneira (e o louco sou eu! rs) Essa e outras, são coisas que observo durante os dias. Idéias (realizáveis ou não) me ocorrem muito mais durante o dia e lembranças também. Lembro por exemplo que recebi um convite para participar de uma espécie de oficina, aula (ou coisa do gênero), promovido por dois ou três blogs. A proposta era você escrever determinadas coisas e aquilo entrar numa espécie de ciranda que seria revista, receberia opiniões, algo tipo aulas e alguma análise. Isso feito por pessoas sem a menor formação nem a menor capacitação profissional para tanto – e você ainda tinha que pagar um bom dinheiro pelo “curso”. Claro que eu não caí nessa arapuca e ainda avisei por e.mail a todos os meus amigos que não entrassem, que era furada, golpe, mas, ainda assim alguns entraram e quebraram a cara. Essas coisas são rapidamente esquecidas na vida e as pessoas continuam circulando por aí, impunes, como se não tivessem feito nada, como se fossem apenas “amigas” da turma. Ah, ah! Que turma, cara pálida? São resquícios, filhotes da Meg (lembram que ela morreu e agora tá aí, escrevendo tranqüilamente? Pois é, tá aí cheia de fanzocas idiotas que “esqueceram” que ela um dia disse que morreu. No meio dos blogues, parece que as pessoas têm uma memória mais curta, que não lembram do passado recente. E olhe que estou falando de três blogues chinfrins, jekinhas, desses que não valem nada, que não merecem que a gente perca dez segundos lendo umas linhas. Mas não, as pessoas estão lá. Fico só esperando para ver qual vai ser a próxima arapuca que vão inventar. Porque a picaretagem deixa um gostinho de ‘quero mais’ na boca.

Tudo isso acontece de dia porque, por suas características escuras, meio secretas e estranhas, a net precisa do dia, é invisível à noite. Precisa da interatividade, das pessoas acordadas, ela, em si, já é um sonho sonhado de olhos abertos, o monitor é uma caixa preta caleidoscópica, viciante como o ópio (cujas casas funcionam de dia). Sei que tem gente que deseja ardentemente que eu morra ou qualquer outra coisa assim, desde que meu blog desapareça e a esses eu recomendo calma porque uma hora, como tudo, evidentemente, meu blog irá desaparecer. Por outro lado, não deviam dar atenção ao que escrevo aqui, Para quê? Bobagem! Quem sabe não é tudo fantasia minha? Quem sabe nunca aconteceu da Meg dizer que morreu e nunca houve o conluio de dois blogues para dar um golpe nos desatentos? Pode muito bem ser tudo fantasia minha. Pode ser que as pessoas não mudem de comportamento e ajam como eu falo aqui, pode ser tudo um enorme e delicioso delírio. Uma coisa é certa: embora todas, no fundo tenham restrições a todas, tratam-se como amigas e, se lerem estas linhas, os MSNs vão fumegar, vão perder preciosos minutos de suas vidinhas vazias metendo o malho nesse humilde escriba. Até quem pagou e caiu no golpe das ’senhoras de respeito’ ficará com raiva de mim porque estou dizendo que caíram numa arapuca. Eu, como o personagem de Lima Barreto, pretendo dar aulas de javanês via internet. Aguardem abrirem as inscrições.

O Fim (Descanse em paz – se puder)

Esse tal de Almost (de batismo Pedro Leitão…. leitão não é porco???) (Salta pocinhas militante e aldeão português – precisa dizer mais alguma coisa?) tem dezenas de defeitos e eu aponto apenas um. É burro, burro, um capadócio. É uma realidade, basta ver seus textos (raríssimos) e as palhaçadas que escreve no blog dos outros. O certo seria ele provar que não é burro, mas um burro não tem como provar que não é burro. Até porquê, como a todo burro, a burrice não o atrapalha. Daí, sem ter mais o que fazer, das duas uma: ou inventou que sou alcoólatra, uma mentira tolinha que não me incomoda (preferia um vício mais hard) em nada ou (mais provável) juntou-se a uma invertida que pode ter falado que eu um dia ou outro tomei algumas cervejas (no que não vejo nada de mais).

Ah, ia esquecendo: a pessoa que se dá com Almost e transmite informações minhas é uma pessoa que – pasmem! -ele no passado recente pediu à uma terceira pessoa que afastasse dele. Enfim, os meios, os caminhos, as jogadas tudo nesse pífio Almost é podre e, pior, não faz com que ele arrede um centímetro da sua condição de jeka  BURRO!

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Epílogo

E assim acaba a história. É uma página virada da minha vida. Embora o asno diga o contrário, exatamente por extrema sobriedade, páro aqui. Eu possuo inúmeros e.mails guardados, kilometros de diálogos salvos no MSN, existe inclusive um site fechado que poderia ser aberto. Em um dia eu produziria assunto bombástico para um ano. Existe muita sujeira nisso tudo. Burro, o asno ao tentar dizer que sou alcoólatra e falar de outras coisas minhas, mostrou-me de onde vêm as informações. Talvez até a mim o passado condene. Não importa. Meu interesse aqui é escrever, contar histórias (mesmo com meu português – quem sabe – claudicante). Sou um homem simples de vida espartana. Nenhum segredo, canso de falar da minha vida e das minhas impressões nesse espaço. Vou continuar assim. Quem quiser, venha aqui, quem não quiser, não venha. Se tenho amigos, eles vão aparecer e se não tenho isso ficará igualmente claro. Nada disso é grave para mim.

Deposito uma rosa na sepultura rasa do raso PEDRO LEITÃO, vulgo Almost. Pena que nem rezar eu posso por ele. Fim. Ponto final.

Encaminhando

No terreno de blogues pode-se fazer duas coisas: escrever um ou criticar os outros. A decisão fica por conta da capacidadede de cada um. Tenho relatos particulares (e morrerão comigo porque não sou paneleiro) de pessoas que se assustam com a verborragia barata da “crítica” e têm medo de serem pegas “para Cristo”. Ora, isso não é uma situação normal para quem pretende escrever seus textos na internet. E é claro que não vou me alongar nisso porque é isso o que nosso jekinha salta-pocinhas deseja. Holofotes que façam brilhar ainda mais toda a sua purpurina (que se vale de uma alcunha, não mostra o palminho de rosto ‘trans’ que possui).

Portanto, pode continuar perturbando todo mundo, pode continuar, qual libélula, saltitando de site em site, pode fazer correções, escrever pecinhas (ha ha ha), exercitar-se nas caricaturas, nas aquarelas, pode fazer parceria com invertidos (as), escrever poeminhas e tudo o mais que auxilie seu  sistema sexual que (provavelmente) necessita de estranhos estímulos. Gostaria de poder ajudar tal personagem, mas, infelizmente, não sou psiquiatra. Se tenho um defeito é ser um erudito excêntrico que sempre repete: se não conheço, não existe porque eu conheço tudo (rs).

Só acho que as pessoas deveriam seguir suas vidas em paz com sua produção de textos sem medo de serem ridicularizadas. Se forem (e isso incomodar), deletem comentários idiotas. E divirtam-se, enquanto me embriago para fazer jus ao que dizem de mim (batendo sempre numa tecla só) (rs)

Puf! Puf!

Ainda existe jekinha que acredita que eu me incomodo em ser citado, ridicularizado e todas essas bobagens que os incompetentes fazem. Tolices, criancices. Tenho estoque de Detefon e só esse estoque me interessa.

Santa Madre

Desagradam-me profundamente as correspondências que recebo por ter afirmado não estar preparado para uma relação aberta. Aquilo que chamam de minha “honestidade” é falso, é engano, o termo certo seria minha fraqueza.

Tem coisas que não adiantam muito a gente tentar explicar. Veja só como é difícil ser percebido, compreendido. Conto aqui uma coisa errada, uma coisa que me envergonha e as pessoas me parabenizam! Onde percebem essa virtude se ela não existe? Se eu, na primeira oportunidade, farei o contrário do que digo que faço, se pretendo, antes de tudo, libertar-me de preconceitos tolos? Onde percebem vantagem? São pessoas retrógradas (como a maioria das pessoas é) que preferem uma relação pontilhada pela falsidade, pelo engano, pela mentira. Sinto muito por esse mundo e por essas pessoas.

Da minha parte só resta dizer que repilo com todas as forças esse pensamento tacanho da relação que finge ser monogâmica e não é (porque o ser humano não é monogâmico!!!). Agora, é claro que todo mundo pode viver sob o sistema que bem entender, principalmente esse, cristão, tolo, próprio para carneiros e não para homens. A Santa Madre Igreja está aí para quem deseja mesmo servir-se dela.

A praça da ignara

Infelizmente, cada vez eu escrevo menos por aqui e mais nos meus cadernos e outros meios. Acho o blog, em geral (tem exceções), um espaço de incultos, uma liberdade para publicar que permite qualquer um dizer qualquer bobagem ou não entender o que escrevi. Popularizada, a internet virou a praça da ignara! Por isso, escrevo pouco.

Oscarito (gênio) e dobradinhas toscas, rasas e com desvios

Para quem sabe ler em português do Brasil, a biografia do Oscarito escrita por Flávio Marinho é um livro muito interessante. Oscarito foi um dos maiores cômicos do Brasil (de origem espanhola). Fez inúmeras excursões teatrais com sua companhia à Portugal, conquistando as platéias lisboetas (aculturadas). Além disso, o livro fala do panorama brasileiro, do Rio capital federal, do trabalho extenuante de atores e diretores para exibir uma peça à cada quinze dias. A censura terrível de Getúlio Vargas e, ao mesmo tempo, o amor de Getúlio pelo teatro. De um certo Luis Iglesias que escrevia uma peça atrás da outra e, censurado, falava diretamente com Getúlio que perguntava: “O que você quer, meu filho?” e, em seguida, sem ler, liberava pessoalmente as peças para o jovem dramaturgo e empresário. Dizia-se que Getúlio era amante de Virgínia Lane…os teatros de revistas fervilhavam…. uma menina Eva Tudor atuava apesar do fortíssimo sotaque húngaro, Grande Otelo desbundava no Cassino da Urca e tomava porres homéricos.

Muitas e muitas coisas são contadas por Flávio Marinho na biografia do GRANDE OSCARITO, um livro imperdível para quem deseja conhecer uma época de ouro do Rio de Janeiro, capital e capital cultural do país. Quem não se interessa por isso, detestará o livro.

Como na vida presencial, a gente ouve aqui e ali murmúrios de pessoas que estão se falando, se juntando, planejando coisicas medíocres e tal. Isso é normal ao ser humano. Entretanto, me chama a atenção uma dobradinha (com fortes sintomas de fragilidades de caráter e emocionais que chegam à….) que surge na área: um homem e uma mulher, cada um a seu modo, envolvidos em desvios de…. deixa pra lá, deixa pra um momento mais apropriado…

O pífio Mr. (ah ah ah)Almost

Existe de tudo nessa vida e eu tenho poucas e boas a contar de um camarada de alcunha ALMOST. Seu site é pífio, resultado de uma cognição pífia, inteligência pífia e formação intelectual pífia ao cubo. Trata-se de um português que não conhece nada, tem problemas emocionais e de relacionamentos e, por razões que não vêm ao caso, não sai do meu blog. Um patrulheirozinho jeka.

Então, um dia, com humor, eu escrevi: ” se eu não conheço, é porque não existe porque tudo o que existe eu conheço”. Primeiro, é mais do que óbvio para alguém com um mínimo de cognição perceber que é uma brincadeira. Segundo: Essa frase não é minha. É de um autor brasileiro que cunhou a brincadeira para irritar os amigos.

Claro que o tolinho luso ALMOST NÃO CONHECE escritores. E quem não conhece escreve besteira. Não entendeu minha frase porque tem cultura rasa – não fosse, entenderia o porquê escrevi e de quem é a frase (não vou contar, meu senhor!) Tem uma culturinha de almanaque (sabe esses que decoram orelhas de livros? Pois é) E escreveu uma bobajada sem pé nem cabeça no seu site citando-me pessoalmente. Não tem mais nada. Nada de mais. Não é o primeiro maluco que eu conheço. Maluco e burro. Como disse, uma atitudezinha jeka, tolinha.

Mas aconselho: se você realmente quer emburrecer freqüente esse site ( que tem o título apropriado):

http://opiordomundo.wordpress.com/

Tenho dito e, por hora, o assunto para mim está encerrado (claro que ele não vai parar. Por que? “Porque eu conheço tudo e ele não conhece nada”) – Munição para esse Dom Quixote possivelmente lisboeta ou, por sua formação, campesino.


Ela…

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"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"

"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus

Visite:
wwwgeraldoiglesias.blogspot.com

""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues

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