QUANTO MAIS eu caminho pela vida, em muitos momentos, parece que minha experiência é menor por acreditar ainda em duendes. Passoas duendes não deveriam mais estar no meu rol, mas acabam entrando inclusive com a minha facilitação. São os mendigos, as moças bonitas que passeiam nas avenidas ao entardecer, são as pessoas que falam de uma determinada experiência qualquer ou de toda a experiência de toda a sua vida. Os meios, as aparências e as histórias variam, mas estão todos lá cumprindo seus papéis de atores fracassados e eu, de espectador mais fracassado ainda, que BATO PALMA PRA MALUCO DANÇAR. Solução? Não há nenhuma dúvida que a solução deve estar em mim e não no outro, no parceiro. Insistindo na teoria que a vida imita a arte, estou certo que a resposta pode estar na literatura, que certamente está lá, mas é quase impossível acharmos o livro certo para ler. Livros certos são aqueles que escrevemos, aqueles em qua ditamos regras e pontos finais a personagens. Mesmo que não vendam nenhum exemplar.
1 Resposta para “ilusões perdidas”
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em que categoria de duende eu me encaixo, crocodilo?
:D