Uma discussão sobre temas ligados à filosofia, mostra o quanto é difícil fazer uma avaliação de pessoas de forma filosófica e não psicológica (como falei num desses posts abaixo). Porque quando discutimos formas de viver, formas de encarar, dar visibilidade às nossas atitudes ocorre uma certa falta de agilidade mental no outro. E por quê? Porque as pessoas estão viciadas em perceber a atitude dos outros somente à luz da psicologia. Particularmente acho psicologia um blefe, uma espécie de “golpe do baú” inventado por Freud, um carnê da felicidade idêntico ao do Silvio Santos (acho até esse último mais criativo). Isso vem por causa da importante discussão de temas de ontem à noite. E o que me chamou atenção é que sim, existe já um grupo (principalmente de médicos psiquiatras) percebendo essa mudança… menos psicologia e mais filosofia. Verdade que no princípio rola uma resistência natural (afinal esses profissionais são submetidos quando estudantes a uma cantilena, um mantra para dizer o mínimo.
E chegar a outras conclusão sozinhos… arriscar- se à crítica virulenta dos seus pares… Enfim, é tudo muito difícil para os profissionais dessa área. Mas… à exemplo do filme “O Clube da Luta”, podemos ir aumentando essa percepção de uma outra forma.

Passei para te deixar um bjinho…
Gosto de ler seus textos.
Tati