Pretendo do mundo apenas fazer as coisas – boas ou más – apenas mostrar o que deve ser mostrado, o que eu acho que pode chamar a atenção das pessoas para assuntos relevantes. Melhor: gosto de proporcionar coisas diferentes, falas e imagens que levem minha inquietude a outros, outros tantos que, como eu, estão cansados das velhas fórmulas, dos velhos embrulhos da informação. Acho que essa proposta não de adequa a internet ou a televisão, ela é mais própria a livros e debates (não necessariamente acadêmicos). Assim, de vez em quando tenho a impressão de que estou patinhando, chovendo no molhado. Verdade ainda que não foi sempre assim, houveram momentos em que consegui falar o que desejava para as pessoas e recebi respostas dessas pessoas – concordando ou discordando. O tempo traz pasteurização, atravanca idéias e pessoas, expõe ao mundo uma coisa mecanicista, ainda que boa. Imagino que todo mundo espera por algo, acredita que alguém está preparando alguma coisa que mexa com corações e mentes. Essas pessoas que vivem à reboque de alguma mídias apenas deixam de conhecer grandes obras que, de uma forma ou de outra, são material bruto para quem está criando um produto mais palatável. Só não compreendo a expectativa de quem aguarda ‘o mais palatável’. De certa forma, novas mídias e tecnologias criaram uma geração mais preguiçosa intelectualmente, gente que não corre atrás de nada porque sabe que vai receber aquilo tudo mastigado. Ao mesmo tempo, não vejo como reverter um processo que está arraigado e é global. Sento na varanda da vida, observo céus e nuvens, gente que vem e gente que vai. Folheio meus livros, converso com Artur, meu gato (não se choquem, K. conversa com as plantas…) e percebo que esse céu insiste em avermelhar-se com num sinal transcendente. Mas…. e além do horizonte?
Ela…

Trocas
"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"
"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus
Visite:
wwwgeraldoiglesias.blogspot.com
""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues
Disseram
| josé carlos em Porque o destino não exis… | |
| Mr. Almost em Alternativas fatais | |
| Mr. Almost em Sem nada… só | |
| Ru em Porque o destino não exis… | |
| Karl Gustav em O Grito Primal de cada homem e… | |
| Mr. Almost em A aventura de olhar-se | |
| Jonas em A aventura de olhar-se | |
| Beatriz em O que é o MST? | |
| Jonas em Se ou não ser | |
| G em Mãe | |
| Jonas em Mãe | |
| Jonas em Como esse blog é insuportávelm… |
Entrelinhas
Outros Eus (Perdido)
Minhas Opções
é a vida e é bonita... (In)Sanidade aconteceu a corte saúda Alegria a longa jornada amor sim! a patifada Burros crime! delírio descobertas deus? dos cadernos Entrelinhas equívoco escrever é preciso Ficheiro furdunço G. Gavetas gente burra Idéias e ideais Líquido LENDAS Lenda Urbana leveza do ser liberdade libidinosamente Livros livros & livros mãe miscelânias mis morte Mulher Mundo Tropical o fim O pânico opções ao câncer O resto é mar... Os dias... Outros Eus (Perdido) Papéis esparsos Poesias possibilidades Puto da vida Radicalizar raros amigos reais fantasias Seiva Selva Tchau Uísque viagem viver não é preciso
Do que se gosta?
- Nenhuma
Tempo…
Eu disse recentemente
Mais lidos?
- na Revista de Domingo do Globo de hoje, Marta Mede...
- 3 Poemas lindos de Geraldo Carneiro
- Mãe para o filho: "Ai, como eu te amo..."
- Sabe o que é uma obra aberta?
- Dormir
- Bondes e brincadeiras de jovens que a gente não deve se intrometer
- Ivin D Yalom e o puteiro em frente
- Estética Hoje - Parte I
- As definições finais sobre as referências e a bagagem intelectual
- durmo e acordo. quero dormir muito, muitas e muita...
- O Clube da Luta
- Nem sei
Quem é quem?
- (In)Sanidade (26)
- a corte saúda (7)
- a longa jornada (6)
- a patifada (4)
- aconteceu (27)
- Alegria (12)
- amor sim! (5)
- é a vida e é bonita… (1)
- Burros (20)
- crime! (2)
- delírio (11)
- deus? (4)
- descobertas (9)
- dos cadernos (1)
- Entrelinhas (17)
- equívoco (13)
- escrever é preciso (5)
- Ficheiro (25)
- furdunço (3)
- G. (437)
- Gavetas (5)
- gente burra (11)
- Idéias e ideais (64)
- Líquido (53)
- Lenda Urbana (31)
- LENDAS (2)
- leveza do ser (25)
- liberdade (35)
- libidinosamente (24)
- Livros (2)
- livros & livros (47)
- mãe (14)
- miscelânias mis (7)
- morte (4)
- Mulher (104)
- Mundo Tropical (25)
- o fim (15)
- O pânico (32)
- O resto é mar… (85)
- opções ao câncer (4)
- Os dias… (341)
- Outros Eus (Perdido) (1)
- Papéis esparsos (164)
- Poesias (8)
- possibilidades (10)
- Puto da vida (15)
- Radicalizar (26)
- raros amigos (3)
- reais fantasias (4)
- Seiva (18)
- Selva (4)
- Tchau (4)
- Uísque (58)
- viagem (14)
- viver não é preciso (5)
0 Respostas para “K. além do horizonte”