O longo feriado é uma coisa chata. Prefiro “cabular” o trabalho. Feriado é prisão, é dizer “que você não pode fazer um monte de coisas e TEM que fazer outras tantas”. Acho um saco e subverto a ordem das coisas: trabalho no feriado e procuro me divertir quando não é feriado. Afinal trabalho com metas (embora na ex-TVE tenham inventado um tolo cartão de ponto – herança da pífia administração anterior). Mas não chega a me desesperar. Afinal, é tempo de mudanças, mudanças não compreendidas pela maioria das pessoas. Azar. Esse assunto já cansou. O que me interessa mesmo é o dia de sol, os pássaros que cantam próximos à minha janela, os livros à minha disposição e, principalmente, o telefonema que recebi de K. Ainda existe gente que não sabe que K. é minha Kastor (nós dois sabemos porquê) e trocamos idéias e falamos de nossas descobertas como se tivéssemos, ambos, 15 anos de idade. Nesses momentos ela me conta tudo sem reservas e eu a ela. Falamos de nossas vidas, nossas dúvidas profissionais e trocamos informações sobre livros. De certa maneira, somos “um casal virtual”. Já fizemos mil promessas de nos conhecermos pessoalmente, mas até agora nada. Ambos trabalhamos muito, dormimos pouco, temos hábitos de leitura alucinantes, buscamos com certeza, coisas que ainda estão distante de nós e desdenhamos uma certa categoria de pessoas tolinhas. Temos amigos em comum. Pelo menos UM amigo. K. tem a vida pela frente e eu tenho a vida já vivida. E isso é bom. Conseguimos trocar muitas coisas, conseguimos ensinar muito um ao outro além de, juntos, descobrirmos um milhão de novidades. Prova de que a distância não impede uma parceria sólida, honesta e, sobretudo, carinhosa. Por incrível que pareça, “somos um do outro”. Esse é o barato. Mas isso é outra história e ninguém – normal – pode perceber como é a história, o que também não me importa porque a história é nossa mesmo.
Ela…

Trocas
"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"
"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus
Visite:
wwwgeraldoiglesias.blogspot.com
""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues
Disseram
| josé carlos em Porque o destino não exis… | |
| Mr. Almost em Alternativas fatais | |
| Mr. Almost em Sem nada… só | |
| Ru em Porque o destino não exis… | |
| Karl Gustav em O Grito Primal de cada homem e… | |
| Mr. Almost em A aventura de olhar-se | |
| Jonas em A aventura de olhar-se | |
| Beatriz em O que é o MST? | |
| Jonas em Se ou não ser | |
| G em Mãe | |
| Jonas em Mãe | |
| Jonas em Como esse blog é insuportávelm… |
Entrelinhas
Outros Eus (Perdido)
Minhas Opções
é a vida e é bonita... (In)Sanidade aconteceu a corte saúda Alegria a longa jornada amor sim! a patifada Burros crime! delírio descobertas deus? dos cadernos Entrelinhas equívoco escrever é preciso Ficheiro furdunço G. Gavetas gente burra Idéias e ideais Líquido LENDAS Lenda Urbana leveza do ser liberdade libidinosamente Livros livros & livros mãe miscelânias mis morte Mulher Mundo Tropical o fim O pânico opções ao câncer O resto é mar... Os dias... Outros Eus (Perdido) Papéis esparsos Poesias possibilidades Puto da vida Radicalizar raros amigos reais fantasias Seiva Selva Tchau Uísque viagem viver não é preciso
Do que se gosta?
- Nenhuma
Tempo…
Eu disse recentemente
Mais lidos?
- na Revista de Domingo do Globo de hoje, Marta Mede...
- Mãe para o filho: "Ai, como eu te amo..."
- GEAP - UM PERIGO À VISTA - PREVINA-SE
- o fenergam, embora não tenha a tarja preta, potenc...
- 3 Poemas lindos de Geraldo Carneiro
- rede
- Sabe o que é uma obra aberta?
- Bondes e brincadeiras de jovens que a gente não deve se intrometer
- Dormir
- Nem sei
- Funções de televisão
- Eu queria ser Ana Cesar!
Quem é quem?
- (In)Sanidade (26)
- a corte saúda (7)
- a longa jornada (6)
- a patifada (4)
- aconteceu (27)
- Alegria (12)
- amor sim! (5)
- é a vida e é bonita… (1)
- Burros (20)
- crime! (2)
- delírio (11)
- deus? (4)
- descobertas (9)
- dos cadernos (1)
- Entrelinhas (17)
- equívoco (13)
- escrever é preciso (5)
- Ficheiro (25)
- furdunço (3)
- G. (437)
- Gavetas (5)
- gente burra (11)
- Idéias e ideais (64)
- Líquido (53)
- Lenda Urbana (31)
- LENDAS (2)
- leveza do ser (25)
- liberdade (35)
- libidinosamente (24)
- Livros (2)
- livros & livros (47)
- mãe (14)
- miscelânias mis (7)
- morte (4)
- Mulher (104)
- Mundo Tropical (25)
- o fim (15)
- O pânico (32)
- O resto é mar… (85)
- opções ao câncer (4)
- Os dias… (341)
- Outros Eus (Perdido) (1)
- Papéis esparsos (164)
- Poesias (8)
- possibilidades (10)
- Puto da vida (15)
- Radicalizar (26)
- raros amigos (3)
- reais fantasias (4)
- Seiva (18)
- Selva (4)
- Tchau (4)
- Uísque (58)
- viagem (14)
- viver não é preciso (5)
0 Respostas para “K. e eu”