Existem propostas interessantes. Outras não. Nem sempre minhas propostas são interessantes e eu mesmo as aborto. As mudanças de rumo, as equipes que se revezam que entram e saem da minha vida terminam por ser um experiência importante apesar de encontrar gente que me aceite e não aceite. Com certeza devo ser também uma pedra no sapato de alguém. Não se pode aglutinar apenas qualidades (ver Unamuno) e, tampouco, somente defeitos. Projetos novos (grandes ou pequenos demandam suor porque, como todo mundo sabe, arte é noventa por cento de suor e dez de criação – ou talvez 20% de criação o que tornaria um improvável 110%. Mas isso não me interessa. Minha única meta (nessa área) na vida é produzir produtos informativos, leves, entretenimento sem baixaria. Às vezes temos essas oportunidades, mas nem sempre. Sim, porque transmitir informação e cultura não depende exclusivamente de cada um e sim de um conjunto de circunstâncias que permitam que os projetos se desenvolvam. Não adianta ter várias gavetas cheias de idéias sem realização. Existe demanda, existe necessidade de criar situações e produtos porque existe público ávido de coisas sérias e bem feitas. (continua)
Ela…

Trocas
"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"
"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus
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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues
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sinceramente eu ando preocupado com essa história de tv pública. ela existia antes e funcionava. mas ainda bem que temos bons governantes e grandes idéias.
novidades aqui: http://flip2008.wordpress.com
e aqui: http://sergiofonseca.wordpress.com/
abraço!
Não Sergio, ela não existia. Existiam televisões educativas estaduais que “ensaiavam” a tv pública, mas “não se falavam”, não eram nacionais e , portanto, não refletiam a pluralidade do Brasil e não tinham compromisso absoluto com a TV Pública
Abraço
Geraldo