Nos seus comentários em MEU blog o Almost insiste em dizer que eu “deixo muitas garrafas vazias”. Beber muito ou pouco é problema de foro íntimo de cada um. Não creio que eu beba muito, apenas socialmente, mas se eu quisesse viver embriagado ninguém tem nada com isso. De toda forma não tem problema porque os blogueiros já conhecem bem o Almost e sabem que ele agride, inventa, MENTE sobre as pessoas, achando que está fazendo gracinha. Por isso, ele se intitula “O pior homem do mundo”. Pelo menos, usando lá a droga que me for imputada por calúnia, pretendo apenas não ser o ‘pior homem do mundo’. E é triste eu perder meu tempo escrevendo essa bobagem. Ponto final.
Ela…

Trocas
"A descoberta do Prozac criou um universo de eunucos felizes"
"É-nos impossível saber com segurança se Deus existe ou não existe. Por isso, só nos resta apostar. Se apostarmos que Deus não existe e ele existir, adeus vida eterna, Alô, danação! Se apostarmos que Deus existe e ele não existir, não faz a menor diferença, ficamos num zero a zero metafísico" Albert Camus
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""Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."
Nelson Rodrigues
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Geraldo,
O meu comentário não era nesse sentido, homem!
Queria até dizer que “deixar garrafas vazias” é uma forma inequívoca de aproveitar a vida: sinal de que se viveu bons momentos, que nos divertimos, que apreciamos as coisas boas.
Muito mais crítico seria dizer: “Deixou filhos e garrafas cheias”, não é?…
Vá lá, era a brincar com você… Não estressa!